O que você fala sobre outra pessoa quando ela não está por perto?
Você responde por aquilo que fala
Uma conversa começa com uma pergunta simples sobre alguém conhecido. Em poucos minutos já virou análise de vida dela, julgamento de seu caráter e conclusão sobre o que aquela pessoa merece. Aquele sobre quem se falava não estava na sala para se defender. Falar sobre alguém sem necessidade, sem confirmação dos fatos e sem a presença da pessoa envolvida é fofoca. Além de prejudicá-lo, o hábito de comentar a vida alheia costuma revelar dificuldade de olhar para as próprias questões.
Jesus advertiu que cada um prestará contas de toda palavra que disser (Mateus 12:36). Palavra inútil não é apenas a mentira. É tudo o que se diz sem necessidade, inclusive comentários sobre a vida alheia feitos apenas para circular entre conhecidos.
O Espiritismo é direto ao afirmar que a maledicência e a falta de caridade ao criticar o próximo não têm justificativa, especialmente quando não há um fim útil, pois isso fere a lei da caridade (O Evangelho segundo o Espiritismo, capítulo 10, item 13).
Antes de falar sobre alguém, três perguntas ajudam a decidir: isso é verdade? É necessário? Ajuda alguém? Se a resposta for não para qualquer uma delas, o melhor é ficar em silêncio. O que você tem dito sobre as pessoas quando elas não estão presentes?
Equipe Vida e Espiritismo
Bibliografia